Publicado por: Luiz Afonso Alencastre Escosteguy | setembro 16, 2010

Comemoração Farroupilha!

Olha eu aí pronta para visitar o Acampamento Farroupilha:

Publicado por: Luiz Afonso Alencastre Escosteguy | setembro 10, 2010

Meu primeiro e único aniversário de 5 anos

Finalmente completei cinco aninhos. Não via a hora desse dia chegar. Esse negócio de ser criança por vezes cansa. Ficar esperando o aniversário pra ganhar presentes…

Mas chegou o dia. Logo cedo papai e mamãe me acordaram cantando parabéns com uma velinha. Mal deu pra abrir os olhos. Mas depois veio a parte boa: uma mesa cheia de brinquedos. Olhem as fotos no fim.

Papai resolveu fazer um churrasco pro meu aniversário e convidar as pessoas das famílias, a dele e a da mamãe. Veio um monte de gente, mas bom mesmo foi que meus primos e primas estavam lá e a gente brincou um monte, pois a festa foi no clube e lá tinha uma pracinha cheia de brinquedos.

Papai, esse desastrado, pra variar ficou mais conversando do que tirando fotos, por isso não tem muitas. Mas olhem:

Publicado por: Luiz Afonso Alencastre Escosteguy | julho 19, 2010

O primeiro batom a gente nunca esquece!

Mamãe me emprestou o batom dela. E saiu de perto. Olha só o que eu fiz:

Ficou lindo, né? Mamãe, claro, teve um surto. Fui salva pelo papai. E foi ele quem me deu um banho e limpou tudinho. Nem parece que eu estava assim.

Publicado por: Luiz Afonso Alencastre Escosteguy | julho 11, 2010

Picasso que se cuide!

Que eu seja uma exímia pintora ninguém duvida! O difícil é fazer papai tirar umas fotos para a posteridade. Sabe, pra quando eu for famosa?
É, mas hoje ele se animou e fez a prova cabal de que o Picasso que se cuide comigo.
Ah! Já vou avisando: quem quiser comprar meus quadros vai ter que entrar na fila. Dá uma olhada:

Publicado por: Luiz Afonso Alencastre Escosteguy | fevereiro 15, 2010

Maria Fumaça

Há tempos peço pro papai me levar pra andar de trem. Pois hoje ele resolveu me levar pra andar num tal de Maria Fumaça. No começo não estava gostando muito. Mamãe me acordou ainda tava escuro. Disse que o trem saia cedo e de uma outra cidade que ficava um pouco longe daqui onde eu moro.

Quando chegamos na cidade do trem, eu vi que ele estava lá, parado, mas não tinha nenhuma fumaça saindo dele. Só quando o trem saiu é que vi a tal da fumaça.

Um monte de gente se apresentou cantando e dançando, mas eu só gostei mesmo foi do gringo e da gringa, principalmente quando ela sai correndo atrás dele com um rola de massa na mão. Até tirei fotos com eles.

Passamos ainda por uma casa onde tinha uma apresentação de teatro. Tinha que passar por uma floresta muita escura e cheia de barulhos de bichos. Fiquei um pouco assustada e papai me pegou no colo.

Depois papai me levou para ver as uvas e onde fazem o suco que eu tomo. Comi umas uvas que eu mesma tirei da árvore. Muito bonito mas eu cansei. A gente tem que caminhar muito e a mamãe não tava muito a fim de ficar comigo no colo. Do papai nem se fala, só queria ficar vendo como se faz vinho.

Publicado por: Luiz Afonso Alencastre Escosteguy | fevereiro 12, 2010

Senhor meu pai!

– Afonso!!!
– Afonso, não! Tens que me chamar de “senhor meu pai”.
– E por quê?
– Por que eu chamava meu pai, teu avô, assim!
– E por que tu tinha que chamar assim?
– …
– Eu não quero te chamar de senhor meu pai. Eu vou te chamar de Afonso!
– Mas eu já disse que tens que dizer “senhor meu pai”!
– Então tá! Senhor meu pai Afonso, vem cá me limpar!

(claro que eu estava brincando com ela, mas pra variar, perdi, pois ela deu um jeito de enfiar o Afonso no meio. Como ela queria.)

Publicado por: Luiz Afonso Alencastre Escosteguy | fevereiro 10, 2010

São meus, não são?

Papai ainda pensa que manda em mim.

Ontem eu estava brincando com meus gizes de cera (sim, papai me ensinou que quando é mais de um giz a gente diz gizes. E eu aprendo rapidinho) quando resolvi quebrá-los ao meio. Não demorou muito e ele reclamou:

– Clarissa, para de quebrar as tuas coisas. Assim nunca vais ter nada!

Bobalhão. Olhei bem pra cara dele e perguntei:

– São teus?
– Não, me disse ele.
– São meus? Perguntei.
– Sim, ele respondeu.

Pela cara que fez, acho que ele ficou esperando outra pergunta. Foi aí que eu disse:

– então, se são meus, eu faço o que quiser com eles e tu não tem nada a ver com isso!

Tomara que ele tenha aprendido…

Publicado por: Luiz Afonso Alencastre Escosteguy | fevereiro 7, 2010

A casa do Papai Noel

Ontem papai e mamãe me levaram para conhecer a casa do Papai Noel, numa cidade que eles disseram que era a cidade do chocolate. Na verdade, passamos por três cidades: Nova Petrópolis, Gramado e Canela.

Primeiro papai resolveu ir no Mini Mundo e bem se vê que ele não entende nada de criança: tinha um monte de brinquedos e ele não parava de me chamar para olhar os trenzinhos. Parecia mais criança do que eu, andando no meio daquelas casinhas, castelinhos e trenzinhos. E não parava de me incomodar, querendo que também visse aquilo tudo.

Aí, quando eu estava no bom da brincadeira, papai disse que ía me levar para conhecer uma cascata “gigante”, que se chama “Caracol”. Ué, caracol não é um bichinho? Eu achei muito alta mesmo e fica num enorme buracão no meio da floresta. Subimos num elevador que tem lá e ficamos mais alto ainda. Depois fomos andar de trenzinho pelo parque e conhecer umas casinhas que papai disse que eram das primeiras pessoas que moraram ali, há muito tempo. Até subi num trator velho para tirar uma foto. Mamãe já estava braba com papai porque ele nunca sai nas fotos. Aí ela pegou e tirou uma foto dele, com a cara enfiada num buraco gozado, hehehe.

Depois de tudo isso, eu queria saber onde é que ficava a tal da fábrica de chocolate que o papai tanto falava. Afinal, papai disse que aquela era a cidade do chocolate e só por isso eu fui quietinha durante a viagem. Chata, por sinal. Papai não parava de fazer curvas na estrada. Teve uma hora que a mamãe reclamou de tanta curva, já tava ficando enjoada. Papai disse que já estava andando muito devagar e que menos que isso só se ele parasse, hehehe.

Chegamos na casa do chocolate. Logo que entrei, pedi para o papai para vir morar aqui, heheh É tanto chocolate… Peguei uma cestinha e fui logo colocando todos os chocolates que via pela frente. Tinha sapato de chocolate, bola, Helo Kitt, coelhinhos, de tudo eu fui colocando na cesta.

Minha alegria durou pouco. Logo papai veio e tirou tudo dali, dizendo que era a mamãe quem diria o que eu poderia levar ou não. Snif!!! Como tinha uns brinquedos na frente da loja, fui correndo para lá. Tirei fotos dentro da árvore, com o coelhinho, andei com os elefantes e, claro, saí de lá comendo chocolate. Afinal, quem é que manda lá em casa?

E fomos para a Casa do Papai Noel. Por falar em papai, papai bobalhão já tinha tirado tantas fotos antes, que só sobrou uma para tirar com o Papai Noel. É um lugar muito bonito, cheio de coisas para a gente ver e brincar. Papai Noel tem uma cabritas bem mansinhas e eu pude brincar com elas. Tem também três renas que ficam no meio da floresta. No começo eu fiquei com medo, pois o lobo poderia aparecer, mas aí papai falou que naquela floresta tinha um Curupira e que ele não ia deixar o lobo fazer nada.

Depois fomos embora para casa. Demorou muito, pois estava chovendo muito forte, com trovões e raios que me assustavam e papai não podia andar mais rápido na estrada. Acabei dormindo no carro. Vejam as fotos (clicar pra ver em tamnhão grandão) e o filme que o papai fez.

Publicado por: Luiz Afonso Alencastre Escosteguy | dezembro 25, 2009

Meu primeiro laptop

Papai Noel foi muito bom esse ano. Além das bonecas que pedi, me trouxe o que eu mais queria: um laptop da Xuxa. Papai que se cuide: daqui a pouco não vou mais precisar dele para escrever no meu blog.

Testando os botões

Consultando o manual, sob o olhar atento do Mimoso

Publicado por: Luiz Afonso Alencastre Escosteguy | janeiro 26, 2009

O primeiro tomatinho a gente nunca esquece – II

Ontem, finalmente, pude colher e comer o meu tomatinho. Olhem só:

Aí eu estou colhendo. Foi meio difícil de arrancar do pé, mas papai me ajudou e eu consegui.

tomate01

Olha eu aí com o tomatinho já colhido:

tomate02

Papai disse que eu precisava lavar o tomatinho antes de comer. Foi o que eu fiz:

tomate03

Logo depois papai cortou pra mim:

tomate04

Gente, que coisa gostosa esse tomatinho:

tomate05

tomate06

Ainda bem que tem outro lá no pé. E já está quase maduro, oba!

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