Publicado por: Luiz Afonso Alencastre Escosteguy | fevereiro 10, 2010

São meus, não são?

Papai ainda pensa que manda em mim.

Ontem eu estava brincando com meus gizes de cera (sim, papai me ensinou que quando é mais de um giz a gente diz gizes. E eu aprendo rapidinho) quando resolvi quebrá-los ao meio. Não demorou muito e ele reclamou:

– Clarissa, para de quebrar as tuas coisas. Assim nunca vais ter nada!

Bobalhão. Olhei bem pra cara dele e perguntei:

– São teus?
– Não, me disse ele.
– São meus? Perguntei.
– Sim, ele respondeu.

Pela cara que fez, acho que ele ficou esperando outra pergunta. Foi aí que eu disse:

– então, se são meus, eu faço o que quiser com eles e tu não tem nada a ver com isso!

Tomara que ele tenha aprendido…

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Responses

  1. Papai Afonso,
    Tem lógica.
    Esta geração vai nos dar muitas rasteiras. Aguenta, marujo.
    abraço, garoto

    • Tô vendo. E vai piorar, heheheh


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