Posted by: Luiz Afonso Escosteguy | Abril 7, 2008

Meu primeiro passeio ecológico

Ontem papai nos levou para um passeio ecológico. Fiz tantas coisas que só mesmo mostrando as fotos pra contar. Logo na chegada já deu pra ver como seria:

Parecia que tudo por lá era do meu tamanho. Tudo pequininho. As vaquinhas

Os cavalinhos

e olha minha carinha ao ver os macaquinhos (bugios)

Olha eles aí. Eram sete macaquinhos que vieram pegar bananas

Como o sol estava muito forte, resolvi colocar os óculos da mamãe

Depois do almoço fizemos um passeio de carroça

Fomos até um minizoo. A moça que nos guiava disse que ali esles guardavam os bichinhos que um tal de Ibama pegava. Tinha de tudo, mas eu gostei mesmo foi das araras

E tinha um Gavião Real, que a moça disse que está extinto no Brasil. Só existe em cativeiro. Que pena, tão bonita (é menina)! Por que será que as pessoas matam um bichinho desses?

Depois fomos ver uma novidade pra mim. Eu achava que o leite vinha da caixinha, mas papai me levou para tirar o leite da vaca, hehehe eu não sabia. Até falei pra mamãe que eu só gosto do leite da caixinha.

Depois fiz outra coisa que nunca tinha feito: andar de cavalo. Primeiro andei com o papai

e depois, como sou muito corajosa, andei sozinha

e pra provar que eu sou mesmo muito corajosa, até peguei uma cobra

Depois ficamos brincando um pouco e viemos embora. Como estava muito cansada de tanta aventura, voltei dormindo o tempo todo e só fui acordar no dia seguinte.

Foi muito bonito eu conhecer de perto a natureza e os bichinhos.

Posted by: Luiz Afonso Escosteguy | Março 30, 2008

Personalidade

Não sei o que papai pensa, mas pra mim ele não é “papai”, é “Afonso”. Isso mesmo, chamo ele pelo nome. Chamar papai de “papai” é coisa de bebê e eu já não sou mais bebê. Quando quero alguma coisa dele, dou um berro “Afonsoooooooo”. E ai dele que não venha correndo!

Hoje eu gritei: Afonsoooooooooooo, vem cá que a mamãe está triste! E ele desceu correndo as escadas pra saber porque a mamãe estava triste. Eu disse: é porque eu falei que ela é feia.

Com a mamãe é diferente. Mamãe é mamãe mesmo. De preferência “manhêeeeeeeee”, sempre fingindo choro, porque ela “cai” direitinho… Mesmo quando eu chamo ela de feia…

Posted by: Luiz Afonso Escosteguy | Março 16, 2008

Fraldas nunca mais!

Pessoinhas queridas,

Poxa, fazia tempo que não escrevia aqui. Também, essa vida de criança é muito cansativa. Depois de um dia inteiro de escolinha,  chego tão cansada em casa que não dá nem tempo de escrever. Só quero saber de comer meus chocolates, tomar banho e dormir.

Mas hoje tem novidades. Não uso mais fraldas. Essa noite dormi sem elas e até acordei pedindo para fazer xixi. Viram? Já sou grandinha! E não teve nada daquela história de ficarem me preparando. Assim, sem mais nem menos, pedi pra mamãe pra dormir sem e ela deixou.

Hoje, quando papai ficou sabendo (tadinho, ele já tava dormindo quando eu fui formir) me encheu de beijos.

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Posted by: Luiz Afonso Escosteguy | Outubro 7, 2007

Visita

Recebi, hoje, a visita do titio Cláudio e da titia Amélia. Eles vieram passar uma semana por aqui. Primeiro vão até Gramado para conhecer as belezas da serra gaúcha. Depois eles voltam e ficam uns dias aqui em Porto Alegre. Aí a gente vai se ver de novo. Olhem as fotos:

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Também ganhei meu primeiro óculos. Não fiquei linda com eles?

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Posted by: Luiz Afonso Escosteguy | Junho 10, 2007

Meu primeiro encontro bloguístico!

Fazia tempo que papai não me deixava escrever, mas dessa vez não teve jeito.

Participei do meu primeiro encontro de blogueiros:

Logo na chegada no aeroporto, titio Cláudio, papai e eu.

O titio trouxe uns presentes, mas como eu já sou metida a besta, fiz de conta que nem era comigo:

Fomos almoçar direto. Não gostei muito e comecei a chorar:

Titio Cláudio resolveu treinar para vovô e me pegou no colo:

Gostei mais quando, à noite, papai recebeu a visita do titio e de outra amiga blogueira, a titia Lelex.

Tinha coisa boa para comer:

Tive que, finalmente, admitir que gostei do presentinho que o titio Cláudio trouxe:

Posted by: Luiz Afonso Escosteguy | Fevereiro 27, 2007

Papai não vai aprender nunca!

Sei, sei. Tudo que é papai é bobo! Eles têm essa mania de achar que tudo que fazemos é novidade. As mamães até nem são tanto assim. Elas acham mais natural cada coisa que fazemos. Talvez se eu tivesse gritado “Grêeeemiiioooo!” ontem, papai até achasse natural. Mas não foi isso que eu fiz.

Vou contar uma coisa pra vocês: estou dodói.

Eu já sei um monte de palavras e até repito todas elas. (Segredinho só para vocês: esses dias escutei a mamãe dizer pro papai que não falasse certas palavras na minha frente, pois eu poderia repetir lá na creche).

Mas como estava dizendo, estou dodói. E a mamãe também ficou dodói junto comigo. Não sei o que é isso, mas escutei eles falarem “virus”. Estou com febre e vomitando. Coisa ruim isso. Pensei que vomitar era coisa de bebê. Eu não sou mais bebê! Já tenho um ano e meio! Mamãe também estava enjoada, até tomou remédio.

Papai foi buscar a mamãe no trabalho e depois foi me buscar na creche. Fomos pra casa descansar. Papai era o único que não estava doente e foi ele que ficou nos cuidando!

Aí, papai foi fazer carinho na gente. Papai é muito carinhoso!  [NR: essa opinião deverá ser confirmada alguns anos mais tarde]. Começou fazendo carinho em mim. Estava tudo muito bom até que ele resolveu fazer carinho na mamãe também. Foi aí que eu gritei:

- Pára!

E tirei a mão dele da mamãe. Gente, não sei porque papai e mamãe começaram a rir. Acho que foi a novidade de eu ter falado isso, ou de ter tirado a mão dele da mamãe. Quem sabe das duas coisas!

Ora, papai tem que aprender que mamãe é só minha. O quê que ele esperava?

Vocês também não acham que eu devia ter feito isso?

Posted by: Luiz Afonso Escosteguy | Fevereiro 17, 2007

Meu primeiro banho de chuva!

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Para que servem os “papais”? Ora, pra fazerem tudo aquilo que as mamães não fazem porque acham que “vai dar trabalho” depois.

Quando começou a chover, papai não teve dúvidas, buscou a minha piscininha e me colocou na chuva. Como eu adoro água, foi a maior festa (dá até pra ver os pingos na água da piscina, hehehe). E não tem essa de “baldinho”, não. Baldinho é coisa de nenê. Eu brinco é de “balde”. Afinal, já sou bem grandinha!

Claro que mamãe ficou reclamando, mas papai se comprometeu a me dar um banho quentinho depois e a me vestir. E foi tão legal que eu nem chorei quando ele estava me arrumando…

beijinhos

Posted by: Luiz Afonso Escosteguy | Fevereiro 15, 2007

Meu primeiro carnaval!

Ontem participei do meu primeiro “baile” de carnaval. Logo na chegada fui brindada com uma chuva de confetes. Afinal, sou uma Condessa e mereço as honras da casa:

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Percebam a aproximação de um pirata, meio metido a besta, querendo pegar umas sobrinhas dos meus confetes.

Não posso negar que fui muito assediada. Como o pirata viu que não ia conseguir nada, o homem-aranha pensou em jogar suas teias pra cima de mim. Tsc, tsc… tadinho. Olhem meu olhar de quem não quer nada:

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Finalmente alguém interessante tentou chegar perto (até dei uma olhadinha, só pra fazer charminho…):

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mas papai percebeu e passou “um pito” no piá. Olha a carinha de assustado que ele fez:

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Tadinho, acabou desistindo e correndo pra babá. Mas não faltou uma coleguinha que saisse correndo pra consolar. Até gostei do que o papai fez e fiquei batendo palmas, heheheh:

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Cheguei em casa tão cansada que “caí” na frente da televisão e dormi ali mesmo, heheheh

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Posted by: Luiz Afonso Escosteguy | Fevereiro 10, 2007

Inauguração!

Cada um arranja uma maneira de deixar gravada a história. E essa maneira reflete a tecnologia da época. Não é por menos que os historiadores estudam as ferramentas e sua evolução, pois através delas é possível conhecer como a humanidade evoluiu.

Ao tempo da Fernanda, minha primeira filha, não tínhamos internet, e a história dela está registrada apenas em fotografias e nos trabalhinhos feitos no tempo do jardim.

A Condessa nasceu no século XXI. No século da internet. Nada mais justo que a história dela seja registrada na internet.

A inspiração para este blog veio da fotografia (ai em cima) que tirei dela, brincando com o meu computador. Como mudam os tempos. Quando era criança jamais imaginei chegar perto de qualquer coisa que fosse dos meus pais. Até por que, eles não deixavam. “Isso não é coisa de criança”, diziam.

Havia uma separação muito grande entre pais e filhos. Hoje, já nascem teclando (ou quase).

Esse blog é para registrar as pequenas grandes aventuras da Condessa, na sua lide com a vida. Não é um blog para adultos, mas para adultos que ainda sentem prazer em ver a vida desenvolver-se; para adultos, como eu, que não esqueceram a infância.

Copiei todos os posts que escrevi lá no Chato e que envolviam a Condessa. Alguns pretendo terminar, como a série que deu título ao blog.

Mas de tudo, ficará o registro de histórias que ela certamente não lembra. É mais uma contribuição que, como pai, posso fazer para que ela entenda a sua propria vida. Não tive isso. Só me restam algumas fotografias dessa época. Mas fotografias não contam históirias. Fotografias não dizem das emoções e conquistas. Fotografias param a vida; um blog pode contar a vida. É diferente.

E uma vida que nasceu original. Pois ao que eu saiba, somente ela tem padrinhos virtuais. Duas pessoas maravilhosas: o Edu e  a Yvonne. E quando ela aprender a ler, descobrirá que o mundo no qual ela nasceu é muito maior do que a pequenina compreensão dela pode imaginar.  Por esse blog ela aprenderá o quanto vocês são importantes. E um dia, quem sabe, poderá conhecer vocês “ao vivo e a cores”.

Não sou o único, a Fernanda (xará da minha) que o diga. Ela tem um blog para os filhos. Certamente existem outros que não conheço. Aos poucos vamos fazendo amizades pelos nossos filhos. Afinal, deles será o mundo.

Uma última referência para a “mana” virtual da Condessa, a Princesinha, neta da querida amiga virtual Denise. Clarissa e Clarisse nasceram quase ao mesmo tempo. Eu pai, ela avó. Ambos movidos pelas mesmas paixões: o futuro!

Sou bobo? Sim, sou! E serei sempre quando se tratar de contar as Aventuras da Condessa Clarissa por esse mundinho.

Convido-os, para quando estiverem necessitando “sair” do mundo adulto, que visitem o blog (e os outros que eu for nominando por aqui), para uma leitura da vida em crescimento. Para a leitura de um tempo que a vida nos faz esquecer.

PS.: Não está tudo pronto, hehehe. Aos poucos vou arrumando. Uma coisa que acontece comigo é que aparecem uns caractéres estranhos no lugar das letras com acento. Se isso está acontecendo com você, clique no menu “Exibir”, selecione ” Codificação” etecle em “Ocidental (ISO-8859-1). Isso deverá resolver o problema.

Posted by: Luiz Afonso Escosteguy | Janeiro 15, 2007

138 - Enquanto isso, no domingo…

Pois é,

Antes de continuar, se existem três coisas pelas quais ainda vale a pena manter a esperança no mundo, ei-las:




Dezesseis anos as separam. Mera questão de idade, pois sabemos que serão adultas no mesmo mundo e tempo. Tempo e mundo que já não me pertencem. Na verdade, ambos nunca me pertenceram. Mas foi domingo, e domingo é dia consagrado. Poucas vezes tenho conseguido fazer isso. Pai e filhas. A Fernanda não mora comigo, e, infelizmente, ambas, Kaya e Fernanda, mantêm uma relação, no máximo, social e de respeito. Elas querem assim e só me resta respeitá-las. Aos poucos tento buscar uma maior convivência, mas é difícil.

Ao menos temos algo em comum: uma bela picanha mal passada, assada por este que vos escreve. Daí a pensar é um pulo: se não sou capaz de resolver um problema caseiro, aparentemente de fácil solução, como enfrentar problemas da humanidade?

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